“As aparências enganam”. Esse antigo ditado popular reflete a reviravolta do caso Érik Farias Alves, 29 anos, achado boiando em um lago, numa antiga jazida de mineração, no bairro Caverazinho, em Araranguá.
Notado por um popular, na tarde de ontem (17), Érik não apresentava indícios visíveis de violência, indicando ter sido vítima de afogamento.
Porém, nesta terça-feira (18), após análise pericial do Instituto Médico Legal (IML), o diretor da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá, delegado Luís Otávio Pohlmann, informou que o rapaz foi assassinado.
Conforme Pohlmann, o exame apontou sufocação direta como a causa do óbito. O indivíduo foi estrangulado até a morte. “Ele morreu antes de ser jogado na água”, disse o delegado.
As investigações continuam. Desde 8 de março, essa é quarta morte por assassinato em Araranguá, e a quinta na microrregião (uma em Balneário Arroio do Silva).




