Na manhã desta sexta-feira (30), um frêmito sombrio rompeu a rotina do sul catarinense. Em Turvo, a Polícia Civil, com o respaldo do GAECO, deflagrou a segunda etapa de uma investigação sinistra sobre a comunidade escolar.
A trama? A possível articulação de um atentado em uma escola, ao estilo “massacre de Columbine (EUA, 1999, alguém lembra?). Conforme o delegado Lucas Rosa, a ação foi fruto de denúncias, ecos de uma negociação sinistra: uma arma de fogo, negociada entre estudantes da instituição de ensino, seria usada para matar outros alunos.
As diligências, meticulosamente autorizadas pelo Poder Judiciário a partir de representações da Polícia Civil e do Ministério Público, visavam desvendar a verdade por trás desses indícios alarmantes.
Em Araranguá, os investigadores foram à residência de um adolescente de 15 anos, suspeito de ser o elo na venda do armamento. No local, a esperança de respostas se concentrou em um pequeno aparelho celular, apreendido para análise pericial.
Nenhum outro vestígio ilícito foi encontrado, mas as investigações prosseguem. O compromisso da Polícia Civil com a segurança da comunidade escolar ecoa, e o valor das denúncias anônimas é ressaltado como escudo contra a escuridão.



