O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) instaurou inquérito civil para investigar a tragédia com o balão de ar quente em Praia Grande, que resultou na morte de oito pessoas e deixou 13 feridas. A empresa responsável tem dez dias úteis para prestar informações e esclarecer as causas e circunstâncias do acidente.
O Promotor de Justiça plantonista, Diógenes Viana Alves, requisitou à Delegacia de Polícia o compartilhamento dos elementos probatórios colhidos no inquérito policial. Além disso, o Prefeito de Praia Grande foi solicitado a informar sobre as empresas cadastradas ou autorizadas a realizar passeios turísticos com balões no município.
A Promotoria de Justiça destacou que a atividade de balonismo é considerada de alto risco e sujeita a normas específicas, incluindo o cadastro de aerodesportistas e aeronaves, além da exigência de seguro contra danos. As empresas que oferecem passeios turísticos em balões devem seguir as regras da Lei Geral do Turismo e do Código de Defesa do Consumidor.




