Em 1937, Leonard Lamoureux, então com 21 anos e de folga do Exército, visitava a Prefeitura de Vancouver, no Canadá, com seu irmão Wilfred, para fotografar as luzes de Natal.
De repente, os dois notaram uma “luz azul brilhante” despencar do céu, aumentando de tamanho à medida que se aproximava. Leonard descreveu o fenômeno como “dois pires” com as extremidades abertas voltadas uma para a outra, emitindo um brilho azul intenso.
A estrutura então se moveu horizontalmente “em linha reta” pelo céu e, ao passar pelo mastro no telhado da Prefeitura, parou quase completamente. Foi nesse instante que Leonard acionou o obturador de sua câmera. A nave, numa clara demonstração de superioridade às leis da física, disparou de volta para o céu em uma velocidade que os irmãos nunca haviam testemunhado, sem emitir som algum – semelhante aos relatos atuais. O susto foi tamanho que eles fugiram do local. FOTO ORIGINAL ABAIXO:

Décadas mais tarde, a filha de Leonard, Debra DeCamillis, residente na área de Lower Mainland, em Vancouver, compartilhou o relato do pai, falecido em 1992. Infelizmente, o negativo original da fotografia se perdeu, levando alguns pesquisadores a sugerir que a imagem seria apenas um defeito de revelação.
Contudo, Debra refuta veementemente tal afirmação, alegando ter visto o negativo inúmeras vezes quando criança, atestando a ausência de bolhas ou marcas d’água. Ela ainda adicionou que a câmera estava em um tripé, e Leonard “podia realmente ver a bolha ou cauda, como ele chamava, em que o objeto estava encapsulado”.
E você, intrépido leitor, em algum momento testemunhou algo inusitado? Se fotografou ou filmou, entre em contato conosco. Sua história pode ser relatada na imprensa.
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